Juan vitório

Juan vitório

sábado, 3 de novembro de 2012

avatar a lenda de aang

avatar a lenda de Aang continua aang  o antigo  mestre do ar agora com os seu novos amigos: Katara ,Soka,thope,é Zuco agora  aang já sabe o ar, a água,a terra,é o fogo aang conseguio derrotar o s.r do fogo e zuco agora e ó novo s.r do fogo e aang agora está namorando com Katara. 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Você conhece a preguiça gigante?


As preguiças-gigantes constituem um grupo separado na ordem Xenarthra, relacionado com as preguiças arborícolas existentes na atualidade, constituido por seis famílias e 88 géneros, todos extintos. As preguiças-gigantes surgiram noOligocénico e extinguiram-se há cerca de 10,000 anos. Há evidências de que uma pequena população tenha sobrevivido nas ilhas de Hispaniola e Cuba até cerca de 1550.
Apesar do nome, nem todos os membros do grupo das preguiças-gigantes eram de grandes dimensões. O registo fóssil indica que as primeiras formas a surgir eram relativamente pequenas, de tamanho comparável às preguiças atuais, sendo a evolução para o gigantismo progressiva. No fim do Pliocénico, início do Plistocénico, esta tendência inverteu-se no sentido da redução de tamanho talvez por pressões ecológicos. Nas Caraíbas muitas espécies tornaram-se variáveis anãs, numa adaptação a ambiente insular e condições tropicais também observada, por exemplo, em proboscídeos (Stegodon) ou hominídeos (Homo floresiensis).
As preguiças-gigantes surgiram no Oligocénico, na região da actual Patagónia, e desenvolveram-se na América do Sul. Com o estabelecimento do istmo do Panamá, as preguiças migraram para Norte, chegando ao actual estado do Yukon no Canadá.
A anatomia das preguiças-gigantes é conhecida com bastante detalhe, graças a centenas de exemplares bem conservados encontrados em cavernas e nos poços de betume de La Brea, na Califórnia. Alguns exemplos encontram-se tão bem preservados que incluem tecidos fossilizados ou partes da pelagem de cor avermelhada. Os hábitos alimentares das preguiças-gigantes são igualmente bem conhecidos através do estudo dos seus coprólitos (fezes fossilizadas) e respectivo conteúdo vegetal. Sabe-se assim que estes animais eram exclusivamente herbívoros e que preferiam folhas e ramos de árvores. Eram, no entanto, bastante flexíveis e em épocas de escassez podiam consumir plantas desérticas, incluindo cactos.
A primeira tentativa de reconstrução anatómica de um conjunto de fósseis foi realizada em 1796 e o resultado foi interpretado por Georges Cuvier como uma forma de preguiça-gigante, que o naturalista classificou como Megatherium americanum.
Actualmente, há rumores da existência de um grande animal desconhecido da ciência no interior da Floresta Amazónica, a que os locais chamam de mapinguari e que os criptozoólogos supõem tratar-se de uma espécie restante de preguiça-gigante.

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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

dragões são reais bem na imaginação quer disser mas ainda existem os parentes né?

terça-feira, 9 de outubro de 2012

INTERESSANTE! Como e por que os camaleões mudam de cor?


Répteis da ordem dos

 lacertílios, a mesma dos

 lagartos e lagartixas, 

os camaleões se 

alimentam basicamente 

de insetos. Na hora da 

caça, 

ele se movimenta 

lentamente para não 

assustar sua presa, 

conta o 

professor de Biologia Daniel Pereira Rocha: "O sucesso da captura 

depende de sua língua protáctil, que pode atingir quase um metro na 

velocidade de um piscar de olhos", conta. Esta lentidão, porém, facilita

 o ataque de seus predadores, motivo pelo qual o camaleão imita a cor

 do ambiente onde se encontra, processo conhecido como 

camuflagem.


Ser confundido com o ambiente é uma estratégia de caça e de defesa. Ao assumir a cor do local onde está - como uma folhagem, um galho ou tronco de uma árvore - o camaleão se camufla para capturar insetos e não ser visto por seus predadores, como cobras e aves de rapina.
Rocha explica que cérebro do animal interpreta as cores do ambiente, por meio da visão, e libera hormônios que atuarão nos cromatóforos da pele, as células que dão cor ao animal, ocasionando a mudança. O professor diz ainda que a camuflagem ocorre involuntariamente, e que cada uma das mais de 80 espécies de camaleão possui um gama de pigmentos própria, em geral nos tons amarelos, marrons ou avermelhados.
Rocha ressalta que um camaleão cego provavelmente não sobreviveria na floresta, já que não poderia ver a caça ou o predador: "Ele morreria de fome ou seria comido rapidamente por outros animais logo após a eclosão do ovo. Se ficar cego depois de adulto, morrerá pelo mesmo motivo. Sem ver a luz, o cérebro não dá comandos para imitar o ambiente".

PORQUE OS CACHORROS UIVAM?


A cena é clássica: um cão ou um lobo uivando melancolicamente, com a lua cheia ao fundo. Mas não é só nas noites mais claras de luar que esses animais uivam. E você já parou para pensar por que eles fazem isso?
De acordo com Rubia Burnier, veterinária especialista em comportamento animal, uivar é um recurso usado pelo cão para se comunicar à distância, uma ferramenta útil especialmente quando não há contato visual. Quando o animal uiva, sua voz atinge um timbre mas alto e ele pode ser ouvido de longe.
"O uivo de um cão pode ser percebido a quilômetros de distância e serve para chamar atenção, localizar e reunir os membros do grupo. Esse comportamento foi herdado do lobo e é uma característica marcante em algumas raças, como husky siberiano, samoieda e malamute do Alaska. Esses cães uivam em vez de latir", diz a veterinária.
Outro motivo que estimula o cão a uivar, ressalta a especialista, é a presença de uma cadela no cio, cujo cheiro se espalha pelo vento, atraindo machos mesmo distantes e criando assim uma "sinfonia de uivos". Uivar geralmente não significa dor ou sofrimento, mas muitas vezes serve para aliviar o tédio e a solidão. Pode ser também uma maneira de o cão extravasar sua frustração.
Segundo Rubia, cães que ficam sozinhos por períodos longos uivam numa tentativa de trazer de volta seus companheiros de matilha, no caso, a família. "O uivo também expressa excitação e contentamento, como aqueles cães que uivam quando ouvem música", exemplifica a veterinária